Oficinas

Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

Planejamento e coordenação:
Prof. Dr. Ricardo Rohm

Objetivos da atividade:

  • apresentar e discutir a centralidade da ética e dos valores para o desempenho de uma liderança transformadora efetiva;
  • identificar as características de um(a) líder transformador(a);
  • discutir o impacto da tomada de decisão individual para a coletividade;
  • analisar comportamentos e ações individuais de promoção de auto desenvolvimento;

Participantes:
pepianos(as), ex-pepianos(as) e convidados(as)

Programação:

  • Ativismo digital e os movimentos sociais contemporâneos: continuando as reflexões

    Durante os últimos três anos, nós, Gabriel e Sofia, estudamos o tema do ativismo digital. Na sétima oficina de 2020, fomos convidados a apresentar sobre nossa pesquisa e levamos a discussão sobre as plataformas digitais e seu uso na contemporaneidade. Para discutir esse tema, considerávamos importante falar sobre a construção de relações entre ativistas, as potencialidades das tecnologias digitais, os riscos de utilizar plataformas comerciais para o ativismo e exemplos de uso.

    Quem acompanha este blog e as atividades do PEP, sabe que o PEP é um Programa de Estudos e Pesquisa, mas não somente. No PEP, compreendemos a importância do estudo de textos científicos e da realização de pesquisas como meio de desenvolvimento humano. Contudo, ser um bom aluno e produzir pesquisas de boa qualidade técnica é condição necessária – porém insuficiente – para o desenvolvimento, uma vez que o próprio processo de crescimento individual envolve entender e refletir sobre a liderança, buscando exercê-la em algum nível.

    Essa perspectiva sobre o processo de pesquisa pode ser percebida nas pesquisas do PEP, que não relatam apenas avanços teóricos, mas trazem contribuições práticas e ligadas à realidade em que vivemos. O senso de responsabilidade para com a Universidade pública estimulado por Mestre Rohm também atravessa as práticas e pesquisas do PEP, não apenas nas temáticas, mas no próprio desenvolvimento dos estudantes para que nós, no mínimo, levemos essa oportunidade a sério e busquemos agir de forma a demonstrar gratidão por ela.

    Em outras palavras, o aprendizado teórico direciona a nossa prática no dia a dia e aumenta a qualidade de nossa intervenção no mundo, mas ele não se basta, uma vez que a transformação só se dá por meio da ação concreta. Para dar um exemplo prático no contexto da Administração na UFRJ, podemos citar o lugar comum no qual caem os iniciantes na pesquisa científica: ler demais e escrever pouco ou nada. Outros exemplos: dizer-se preocupado com agroecologia, mas não fazer parte sequer da horta da UFRJ; se dizer preocupado com política, mas nem fazer parte dos movimentos estudantis da universidade. Às vezes, essas mesmas pessoas estão dedicando seu tempo de forma quase exclusiva a empresas juniores ou estágios em multinacionais, o que é ainda mais questionável quando se trata de estudantes de uma universidade pública.

    Nesta oficina, ao refletir sobre o atual cenário nacional e o contexto ameaçador à Universidade pública, pudemos compreender melhor a partir das explicações de Mestre Rohm a diferença entre eficiência e eficácia. Enquanto que a busca pela eficiência depende da observância rígida de normas, a eficácia se guia por outras premissas, dando origem a ações estratégicas e compatíveis com o tempo disponível e a gravidade da situação.

    A eficiência não pode ser pretexto para a inação, uma vez que “o fazer do ensinamento reside sempre na sabedoria de não deixar de fazer”. Assim, é fundamental que nos desprendamos da busca pela perfeição, sobretudo em situações tão graves quanto a atual, alinhando-nos ao caminho que leva à excelência e passa, invariavelmente, por erros e falhas.

    Ganham destaque neste caminho alguns ensinamentos que retomamos do Seminário de Desenvolvimento Humano 2020: a determinação, que oferece energia para superar os desafios e seguir em frente em busca de um objetivo no longo prazo; a disciplina, que traz o foco sempre de volta para o caminho, perseverando em um projeto de vida apesar de obstáculos ou sucessos parciais; e a resiliência, que traz a flexibilidade necessária aos aprendizados constantes que derivam das adversidades inerentes à jornada.

    Consideramos importante destacar neste ponto o risco de usar as tecnologias digitais em um contexto em que as pessoas não tenham determinação, disciplina, resiliência nem propósito, e podem acabar tendo sua atenção desviada para coisas sem importância. Ao invés de voltar-se para o longo prazo, podemos nos perder em minúcias que drenam nossa energia e desviam o foco da ação por conta do imediatismo e da ausência de reflexão sobre o papel das partes na formação de um todo, e, neste caso, do nosso impacto no mundo.

    Mas então, o que fazer? Como agir? Como contribuir para a comunidade (do prédio, da turma da faculdade, do bairro)?

    Você, leitor ou leitora que estava presente na oficina: como essa discussão se mostra presente para você? Ela repercutiu? O que você pensou a partir da leitura desse texto ou pode compartilhar com a gente a partir das suas reflexões?

    E você, leitor ou leitora que não participou da oficina? Como você tem levado para a prática suas reflexões sobre tornar-se uma pessoa melhor? Quais comportamentos tem mudado? Quais novos hábitos tem adotado? Tem sugestão de algo que não tenhamos abordado nesse texto?

  • Ativismo e liderança transformadora: Edward Snowden

    Edward Snowden é um ex-funcionário da NSA responsável por vazar uma série de provas sobre a atuação ilegal do órgão público de segurança dos EUA na vigilância de dados pessoais de cidadãos no mundo todo. Dentre os documentos vazados, existem provas da invasão feita pela NSA divulgando as mensagens trocadas na internet pela ex-presidenta do Brasil, Dilma Roussef, a primeira-ministra da Alemanha Angela Merkel, e muitos outros cidadãos, que foram espionados pela agência de segurança nacional estadunidense. Tratamos aqui da atuação das pessoas envolvidas na história dos vazamentos realizados por Snowden: os familiares, amigos, jornalistas envolvidos na produção de um documentário sobre o assunto e das notícias sobre o conteúdo dos arquivos.

    Para que Snowden vazasse esses dados da NSA, muitas pessoas diferentes atuaram em conjunto. Por isso, foi importante analisar a participação de cada um dos envolvidos no processo, o que fizeram, quais dificuldades passaram para realizar os seus papéis, e a importância das lideranças transformadoras.

    Snowden enfrentou alguns desafios para conseguir disseminar os documentos: o afastamento de sua família, amigos, namorada, a coragem que ele precisou ter, a vida que deixou para trás ao tomar a decisão de vazar os arquivos, o esforço dele no decorrer de sua caminhada até alcançar a posição de agente da NSA, o estresse de trabalhar na agência, a perseguição sofrida por ele, a impossibilidade de voltar a sua terra natal após os vazamentos… Além disso, Snowden sofria de epilepsia, e deixava de tomar os remédios que evitavam as crises para manter sua mente clara e conseguir obter as informações, documentos e dados que precisava vazar para comprovar a espionagem ilegal feita pela NSA. Foram muitos os sacrifícios enfrentados pela liderança transformadora para cumprir seu papel e agir no mundo, o foco e disciplina para não desviar de seu caminho, apesar das perdas que necessariamente sofreria.

    Os papeis de outras pessoas ao redor de Snowden também foram muito importantes. Alguns profissionais da mídia ajudaram no processo para que as informações obtidas por ele na NSA chegassem ao conhecimento público: Glenn Greenwald, o jornalista que escreveu as matérias explicando em detalhes o conteúdo dos documentos, ajudou Snowden na disseminação das informações para as pessoas compreenderem do que se tratavam os vazamentos; Laura Poitras transformou em documentário a jornada de Snowden ao longo das publicações, revelando a pessoa e liderança transformadora por trás dos eventos; os editores dos jornais também precisaram se responsabilizar pelos riscos que existiam por trás da divulgação do escândalo; a namorada de Snowden o apoiou durante o processo, inclusive agindo de acordo com suas indicações para ocultar qualquer suspeita sobre o que pretendia fazer; os amigos e familiares precisaram se afastar de Snowden…

    Percebemos, portanto, a rede de apoio por trás da liderança transformadora em suas ações para que tenha o impacto desejado, uma vez que nenhuma liderança pode agir sozinha. Tanto Glenn quanto Laura e outras pessoas que fizeram parte deste processo assumiram riscos e precisaram fazer sacrifícios para apoiar Snowden naquele momento de concretização de seu propósito.

    Mas nem todos compreendem o propósito que está por trás das ações do ex-agente: algumas pessoas confundem o fato de Snowden ter vazado esses arquivos, com a atuação de algum hacker mal-intencionado. É fundamental, na busca por um propósito, que nos alinhemos ao propósito de outras pessoas com os mesmos valores que os nossos: esperar um suposto momento ideal na vida para agir, pode significar servir a alguém que talvez não tenha um propósito compatível com o que acreditamos. Desta forma, devemos fazer o melhor uso possível dos recursos que temos no momento presente para fortalecer o trabalho de lideranças nas quais confiamos, e que lutem por valores dignos para a sociedade, mesmo que não tenhamos clareza, ainda, do propósito de nossas vidas: o nosso lugar na sociedade é um lugar que necessariamente seria ocupado por alguém caso não nos dispuséssemos a ocupá-lo da maneira como fazemos. Para nós, talvez mais importante do que se perguntar “qual caminho eu quero seguir”, seja questionar “qual é o meu lugar na sociedade?”.

    Precisamos do outro para crescer e para nos apoiarmos mutuamente em períodos de dificuldade, ressaltando o cuidado verdadeiro com as pessoas e não apenas a formação de grupos por vaidade. É importante estabelecer laços com pessoas que têm propósitos próximos ao nosso, permitindo nosso desenvolvimento contínuo e superando os desafios que aparecem em nosso caminho.

  • Sociedade Datificada: Privacidade, Desinformação e ativismo no ciberespaço

    Para discutir este tema, usamos como referência as informações sobre o escândalo da Cambridge Analytica, e atualizações dos processos judiciais em que a empresa está arrolada nos dias de hoje.

    O escândalo que envolveu a atuação da Cambridge Analytica nas campanhas políticas de partidos de extrema direita ocorreu em virtude de a empresa ter sido responsável pela produção e disseminação de conteúdos que causaram grande impacto nas decisões eleitorais das populações em muitos países diferentes, utilizando-se de ferramentas diversas para disparar informações falsas sobre acontecimentos, ajudando a impulsionar discursos de ódio contra candidatos de oposição, e atacar seus valores defendidos. Candidatos com interesse em conquistar votos nas eleições a qualquer custo, financiaram com muito dinheiro as campanhas promovidas pela empresa Cambridge Analytica para manipular a opinião do público.

    Ao analisar o comportamento de alguns dos principais envolvidos no escândalo, pudemos notar como o posicionamento destas pessoas mudou com o passar do tempo. Por um lado, Alexander Nix, à época CEO da Cambridge Analytica, não demonstrou, ao longo de anos de investigação sobre o caso, preocupação sobre o impacto da manipulação concretizada pela empresa. Ele parece não se sentir responsável pelos danos que a disseminação de conteúdos enganosos poderia gerar na democracia dos países atingidos, nem remorso algum pela utilização dos dados pessoais dos usuários obtidos ilegalmente. Por outro, vemos a figura de Brittany Kaiser, que teve fundamental papel nas campanhas realizadas pela Cambridge Analytica, mas posteriormente ajudou no vazamento de informações que confirmavam as reais intenções por trás das campanhas.

    Brittany Kaiser mudou seu comportamento a partir do exercício de reflexão e questionamento sobre o seu papel na empresa, mudando radicalmente suas atitudes em relação ao caso, de forma a favorecer o interesse das sociedades que ela mesma havia ajudado a polarizar no passado.

    Para além da mudança de discurso, Kaiser realizou novas ações que condiziam com essa nova forma de olhar para a Cambridge Analytica e seus impactos na sociedade. Após os primeiros vazamentos e denúncias por parte de Christopher Wylie, ela entregou diversos documentos que comprovavam o envolvimento da empresa em diversas campanhas de disseminação de informações falsas, e colaborou ativamente nas investigações. Hoje, ela lidera a Fundação Own Your Data, voltada à conscientização relativa à privacidade e segurança de dados, e também é co-fundadora da Digital Asset Trade Association (DATA), uma organização sem fins lucrativos que auxilia na criação de legislação relativa a privacidade de dados. Mais recentemente, Kaiser está participando de uma série educativa sobre o mesmo tema, intitulada Privacy by Design.

    Por fim, destacamos a importância da ocupação do ciberespaço para o ativismo. Hoje o ciberespaço é ocupado, em sua maior parte, por empresas preocupadas somente com o lucro. Desta forma, identificamos que se faz necessária a ação em busca da mudança deste espaço para um formato que beneficie de fato os interesses da sociedade, e não de apenas de alguns grupos seletos, colocando estas ferramentas a serviço do bem comum.

  • 7ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

    Tema: Ativismo digital e os movimentos sociais contemporâneos
    Data: novembro/2020
    Duração: 2 horas
    Moderação: Gabriel Valuano e Sofia Xavier

    Em nossa oficina do mês de novembro, a pauta de discussão será o ativismo digital e o modo como os movimentos sociais contemporâneos tem se apropriado das mídias digitais para a sua atuação/intervenção.

    A coordenação da oficina é realizada pelo Prof. Rohm , contando com a moderação dos alunos Gabriel Valuano e Sofia Xavier.

  • O pós oficina: o uso das redes sociais…

    Em mais uma oficina de debates, o PEP-Rohm discutiu os dilemas e as questões que envolvem o uso massivo e o controle das redes sociais, em encontro mediado por Felipe Tinoco e Vitor Cardoso. Diante das discussões recentes que tomaram as próprias redes e todo cenário político em diversos países, diferentes facetas sobre a temática das redes foram abordadas no debate, que ainda passeou pelos três eixos-temáticos do grupo de pesquisa, que são: governança social, liderança transformadora e desenvolvimento humano.

    Em primeiro bloco de conversa, discutiu-se a influência das redes sobre o espaço público, com sua interferência em diferentes searas da opinião pública. Foram comentadas as externalidades de notícias falsas em diversas eleições e na formação de pensamento das pessoas, reforçando aspectos em que elas mesmas querem crer, fortificando vieses e limitando sua perspectiva, e como tais externalidades podem dificultar nosso convívio social, destruir reputações e polarizar o mundo. Com efeitos semelhantes, os algoritmos que instauram bolhas de “convivência” digital, negando o espaço à pluralidade de perspectiva e de discussão, também foram comentados de forma crítica, tal como o uso das redes como potencial espaço para constante repetição de discurso de ódio mediante uma sensação de impunidade e de coragem potencializada pelos avatares que escondem nossa identidade e atrapalham nosso desenvolvimento humano.

    Posteriormente, também foram debatidos os aspectos de interferência das redes sociais mais associados ao cotidiano e à subjetividade das pessoas usuárias. Em um uso massivo, principalmente das gerações mais jovens, as redes acabam ocupando um grande espaço de tempo do dia a dia, fazendo com que exista uma ausência de períodos para reflexão, para o silêncio e, por conseguinte, para o desenvolvimento, para a formulação do pensamento crítico – além dos estímulos contínuos, que potencializam a ansiedade. O reforço aos padrões normativos foi observado no que tange às imposições irreais estéticas e comportamentais as quais a rede corrobora.

    À frente de um contexto complexo, com tantas externalidades e consequências em aspectos macro e micropolíticos, o uso desmedido e a concentração de poder que grandes companhias possuem graças as redes sociais faz com que seja imprescindível trazer esse debate à tona. Com a nebulosidade dos algoritmos, a positividade do like e o (des)controle sobre as estruturas sociais conectantes, os desafios aos futuros gestores e à sociedade como um todo estão postos sobre a mesa. O que faremos para agir como lideranças transformadoras, preocupadas com a forma com que a sociedade participa dos processos de tomada de decisão nas esferas públicas e privadas, transformando a sociedade de forma diversa?

    Parece que não há luz no fim do túnel quando existe a intenção de diminuir ou abandonar o uso das redes sociais e seus efeitos nocivos na vida humana. Pois há de se ter ações práticas para lidarmos melhor com esse desafio: um dia inteiro na semana sem o uso do celular, pesquisas de tópicos conflitantes com nossas crenças para confundir os algoritmos, bem como o uso das redes para divulgação de lutas sociais e empoderamento de minorias. Como inspiração, Mestre Rohm.

    *texto escrito em colaboração por Felipe Tinoco e Vitor Pereira

  • 6ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano
    Tema: Uso das redes sociais
    Data: outubro/2020
    Duração: 2 horas
    Moderação: Felipe Tinoco e Vitor Pereira

    Na oficina de outubro de 2020, o tema de debate e aprendizado foi a responsabilidade no uso das redes sociais e como tais redes impactam na subjetividade humana e no funcionamento do espaço público.

    Durante a oficina, foi pautado como as redes sociais podem ser fortes veículos de notícias falsas e manipulação da opinião pública a fim de favorecer as classes dominantes e grandes companhias. Além disso, é importante pensar como o uso do celular e dessas redes sem controle pode impactar negativamente na construção de perspectiva crítica e visão de mundo dos jovens e adolescentes, segmento da população mais vulnerável às amarras das redes.

    Por fim, discutimos as nossas escolhas frente a essa realidade: ação prática com o objetivo de estar fora desse mundo virtual ou estar dentro com responsabilidade e ações combativas às mazelas provenientes desse contexto, evitando o afastamento do mundo fora da bolha da internet e a anulação do afeto.

    Gratidão ao Mestre e a toda equipe do PEP.

  • 5ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

    Tema: Masculinidade no 3º milênio (ditadura do masculino)
    Data: setembro/2020
    Duração: 2 horas
    Moderação: Anderson Penavilla e Heduardo Maia

    Na oficina deste mês usamos como tema base para a discussão, o conceito da masculinidade. Segundo Anderson Penavilla, discutiu-se sobre o padrão da masculinidade e as consequências para aqueles que não se enquadram no padrão, a masculinidade associada à habilidade atlética, sucesso econômico e conquistas sexuais, a construção e a dominação da masculinidade.

    Tratou-se também a violência como resposta masculina, o alicerce do feminicídio e impactos da tecnologia na concepção do ser violento.

    Como o nosso objetivo nas oficinas é promover do desenvolvimento humano, discutimos essa temática enfatizando a importância da construção de lideranças transformadoras que rompam com essa masculinidade, o nosso papel neste padrão de masculinidade e sobre como é possível alinhar o nosso propósito com o conhecimento que adquirimos hoje? Qual é o papel do líder nesse mundo?

    Agradecemos aos moderadores, por sua participação em nossa oficina!

  • 4ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

    Tema: Autogestão: individual e coletiva
    Data: agosto/2020
    Duração: 2 horas
    Moderação: Andreza Gonçalves Andreza Gonçalves e Vivian Santos

    No dia 21 de agosto tivemos mais um encontro voltado para o desenvolvimento humano discutindo o tema da autogestão individual e coletiva. A oficina contou com a participação de pepianos e convidados, sob a coordenação do Prof. Dr. Ricardo Rohm.

  • 3ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

    Tema: Ativismo e liderança transformadora: Edward Snowden
    Data: julho/2020
    Duração: 2h05
    Moderação: Marcelo Canesin e Sofia Xavier

    No dia 10 de julho demos continuidade à nossa programação de oficinas para a discussão de temas com ênfase no Desenvolvimento Humano. A 3ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano trouxe como tema “O ativismo e a Liderança Transformadora”. Discutimos quais características apresentam os líderes transformadores e o seu papel no mundo, sempre buscando aprender com os exemplos para aplicar em nossas ações cotidianas.

    A atividade da Oficina é realizada sob o planejamento e coordenação do Prof. Dr. Ricardo Rohm e conta com a presença de pepianos, ex-pepianos e convidados.

  • 2ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

    Tema: Sociedade Datificada: Privacidade, Desinformação e ativismo no ciberespaço
    Data: junho/2020
    Duração: 2h20
    Moderação: Marcelo Canesin e Sofia Xavier

    No dia 19 de junho foi realizada a 2ª oficina virtual de Desenvolvimento Humano com o tema Sociedade Datificada: Privacidade, Desinformação e ativismo no ciberespaço. O enfoque da oficina é o desenvolvimento humano. Partindo dessa perspectiva, falamos sobre o que podemos aprender com o exemplo dos entrevistados para o documentário assistido previamente à oficna e refletimos como podemos aplicar os ensinamentos em nossas vidas.

  • Oficina virtual de Desenvolvimento Humano

    Tema: A cruel pedagogia do vírus: globalização, meio ambiente e pós pandemia
    Data: maio/2020
    Duração: 2h30
    Moderação: Cláudia Raphael Cláudia Raphael, Gabriel Valuano e Gabriela Costa Gabriela Costa

    No mês de maio aconteceu a 1ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano organizada por componentes do PEP-Rohm. Com o tema “A cruel pedagogia do vírus: a globalização, meio-ambiente e pós pandemia” realizamos um encontro virtual para o aprofundamento no assunto.

    O objetivo foi tratar dos aprendizados e reflexões provocados a partir da pandemia. O aluno Gabriel Valuano apresentou as decorrências do capitalismo durante a pandemia do Covid19, a aluna Gabriela Moreira tratou de como a pandemia tem afetado o Sul Global e a aluna Claudia Raphael tratou da reconexão com a mãe-terra e as perspectivas pós pandemia. O mentor do PEP, Prof. Dr. Ricardo Rohm coordenou a atividade, nos proporcionando uma rica análise e aprofundamento dos conteúdos trazidos pelos alunos, além de tirar dúvidas dos participantes.

    Na segunda quinzena de junho teremos nova oficina virtual em que será tratado o tema: Sociedade Datificada! Até lá!