PROGRAMA DE ESTUDOS E PESQUISAS EM
DESENVOLVIMENTO HUMANO, FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS TRANSFORMADORAS E GOVERNANÇA SOCIAL
Eponina, Ernesto Nazareth
Chevron esquerda

A gestão da diversidade sexual no esporte como vantagem competitiva e meio de promoção da inclusão

,
📅 DATA DA PUBLICAÇÃO
🔖 PALAVRAS-CHAVE
📃 DIVULGADO EM

UFRJ,

🗺️ CIDADE
AUTORES:

📅 JICTAC 2011

Resumo:

Este projeto de pesquisa tem por objetivo fazer um estudo da diversidade no âmbito desportivo. O intuito da pesquisa é buscar subsídios que demonstrem que a gestão da diversidade pode ser um diferencial competitivo, agregando potencial criativo ao trazer indivíduos com diferentes orientações sexuais para a prática do esporte. Além disso, o esporte pode contribuir de maneira positiva para a afirmação da diversidade de identidades humanas, contribuindo para a integração, inclusão e aumento da auto-estima de indivíduos de orientação não heterossexual. A diversidade aqui será compreendida como “a presença de diferenças entre os membros de um grupo ou unidade social, as quais impactam nos resultados” (CUNNINGHAM, 2007a, p. 6). Nos últimos anos, estudiosos vêm percebendo a necessidade de se aumentar a gestão da diversidade no desporto, seja por um imperativo moral ou uma justificativa de negócio (CATHRYN; YONG KO JAE; ROBERT E.; 2008). Entenda-se o imperativo moral, como a necessidade de promoção da inclusão das pessoas, enriquecendo as interações humanas. Considerando o enfoque de negócios, a inclusão da diversidade proporciona um ganho de imagem corporativa, uma vez que muitas empresas patrocinam esportes de modo a ter sua imagem associada aos benefícios proporcionados pela prática de esportes. A pesquisa será feita através de revisão da bibliografia recente publicada na área bem como a análise das notícias relacionadas divulgadas pela imprensa nos últimos cinco anos.

ANEXO:

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Inspiração:
Gurdjieff
Lembre-se de que você veio aqui, porque compreendeu a necessidade de lutar contra si mesmo. Agradeça, portanto, a quem lhe proporcione a ocasião para isso.
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🌈Com ênfase na diversidade sexual, os estudos analisam as relações de poder e preconceito presentes nas organizações, estimulando o combate à discriminação e à homofobia.

Observam-se quais os modelos adotados para a gestão da diversidade com base nas boas práticas de inclusão – sejam elas nacionais ou internacionais.

Busca-se compreender as vantagens competitivas existentes em um ambiente diverso, considerando também o bem estar de cada colaborador.

A conscientização e o enfrentamento acerca das manifestações homofóbicas nas organizações e demais ambientes de trabalho é crucial para a erradicação da homofobia em nossa sociedade.

“Tanto na esfera do conhecimento, quanto na da política, da sociedade e da própria vida humana, a diversidade deve ser percebida com entusiasmo, com paixão, compaixão e com o encantamento de quem redescobre o mundo. Assim é para mim, permanentemente. Em cada gesto.”

Rohm, em Por uma elegia à Diferença!

Liderança transformadora

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🦅 Estes estudos visam compreender a existência e o surgimento de líderes, a análise e aprendizado das competências fundamentais da liderança. Formamos líderes para transformar a sociedade em prol da diversidade humana.

A liderança aqui não aparece como mero recurso para maior vantagem competitiva, mas como forma de se instaurar e de se gerir a transformação.

Transformação significando a ruptura com antigos padrões e a elevação do nível de consciência, tanto pessoal quanto organizacional.

“A única maneira de realizar algo importante é um desejo verdadeiro e pungente, uma vibração transformadora, um presságio de que a vida e a felicidade podem ser ainda mais e maiores…

…"a verdade pertence aos olhos que a vêem" assim como a sabedoria se origina da vivência autêntica de cada um, do olhar por dentro, da celebração da diferença, da entrega, do aprender com amor e coragem de mudar a si mesmo, para além dos limites, para poder merecer mudar o mundo.”

Rohm, em Sócrates e Rohm refletem.

Humanidades digitais e governança social

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⚖️ O tema Humanidades Digitais contempla o uso das tecnologias e mídias digitais na geração e propagação de informações, além de meio de comunicação, junto à sociedade e pelas organizações. Em nosso programa, temos investigado e aprofundado nossas pesquisas e estudos nesta temática, observados o massivo uso das ferramentas tecnológicas e digitais, em todo o mundo mas especialmente no Brasil. Esta forma de proceder vem interferindo e orientando a apropriação do conteúdo produzido, afetando o comportamento social e subsidiando a tomada de decisão nas organizações, inclusive no contexto político, com o comprometimento dos sistemas políticos de representação vigentes.
Desenvolvemos lideranças capazes de enfrentar os desafios decorrentes da datificação da sociedade e do capitalismo de vigilância.

Quanto à Governança, os estudos buscam entender as relações pelas quais uma empresa é controlada e administrada, trabalhando para além do paradigma padrão de governança voltada para os shareholders (detentores de ações), mas também para os stakeholders (sociedade, clientes, fornecedores, funcionários e acionistas).

Desejamos estimular a implementação de práticas de gestão socioambientais sustentáveis e éticas nas organizações.

Existe uma preocupação com o resgate social da produção da riqueza que parece obstaculizado pela crise do Estado contemporâneo. A governança é  entendida como um campo de retomada social da produção e da distribuição das riquezas.

"A crise de referências e valores fundamentais da sociedade moderna, acompanhada pela crise de suas instituições tradicionais, desorganizam e desqualificam os então conhecidos e praticados vínculos sociais essenciais aos processos de identificação dos indivíduos, e, portanto, fragmentam suas identidades e abrem um vazio de sentido a ser pretensamente ocupado pela Organização contemporânea, com seu imaginário de excelência e sucesso, ensejando a discussão dos modos de subjetivação inaugurados por suas práticas discursivas."

Rohm, em ​A Produção de Subjetividades em Organizações Contemporâneas: Práticas Discursivas e Políticas da Empregabilidade.

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