Celebrate diversity PEP-ROHM
Fotografia de participantes em Seminário V.
Seminário VI - Itanhangá - Participantes 2011
Orgulho lésbico
Bandeira arco-íris
Da esquerda para direita: Carlos Eduardo, Thaís Sampaio, Bruno Reis, Vinicius Nunes, Ricardo Rohm, Carine Morrot, Samira Pompeu, Felipe Augusto Pinho Fernandes, Claudia Gonçalves, Emanuel Dantas Bonfim Junior, Alexandre Souza, Eduardo Lima.

PROGRAMA DE ESTUDOS E PESQUISAS EM
DESENVOLVIMENTO HUMANO, FORMAÇÃO
DE LIDERANÇAS TRANSFORMADORAS  E GOVERNANÇA

“Lembre-se de que você veio aqui, porque
compreendeu a necessidade de lutar contra si
mesmo. Agradeça, portanto, a quem lhe proporcione
a ocasião para isso.”

Gurdjieff

SOBRE NÓS

Fundado pelo Professor Doutor Ricardo Rohm em novembro de 2007, o PEP é um programa de pesquisa com foco na realização de atividades de desenvolvimento acadêmico-científico.

Desde a sua criação, o PEP tem trabalhado em prol de uma sociedade mais diversa e do resgate dos valores humanos.​

Os membros realizam atividades de pesquisa e participam de seminários voltados para o fortalecimento de suas competências de produção acadêmica.

Sua base física está localizada na UFRJ, no Campus Praia Vermelha.

LINHAS DE PESQUISA

Nossas três linhas de pesquisa abrangem tópicos recentes, constituídos do estado da arte das respectivas áreas estudadas, alinhadas com uma estratégia voltada para a transformação social e pessoal dos indivíduos. Estudos são conduzidos nas áreas da Diversidade, Liderança e Governança Corporativa. Os membros estudam e produzem em todas as áreas de interesse do programa.

DESENVOLVIMENTO HUMANO

O desenvolvimento humano e filosófico também é foco de nossos estudos e práticas. As atividades desenvolvidas incluem desde a leitura de livros e textos de escolas sociológicas e filosóficas, até reuniões de coachings pessoais; debates sobre filmes e situações do cotidiano. A busca do desenvolvimento pleno de cada um, da autorrealização, da felicidade e de uma vida digna e plena é parte fundamental de nosso projeto.

“Nenhuma virtude permanecerá virtuosa se for
patrimônio automático e condicionado a todo e qualquer
sujeito: isso seria átomo, ou número ou qualquer outra
monótona generalidade. Portanto, o que, à primeira vista,
possa parecer estranho ou pouco virtuoso no
comportamento de elementos das minorias, pode, em
verdade, revelar uma teia complexa e rica de
possibilidades para repensarmos o mundo, o devir, a
ruptura e o próprio sofrimento que engendra a
possibilidade de uma vontade de potência.”

Rohm, em Por uma elegia à Diferença!​