Governança corporativa: abordagens teóricas, modelos de gestão bem-sucedidos e seus principais desafios na realidade brasileira

Ricardo Rohm e Carlos Tiago (outra bolsa) em UFRJ

📅 JICTAC 2010

Resumo:

A governança corporativa consiste em um dos instrumentos que são determinantes para o desenvolvimento sustentável das corporações, nas três dimensões – econômica ambiental e social (OECD; 2001). Desenvolve-se uma forte tendência de se conduzir essa questão como uma “fórmula universal”, isenta de uma análise profunda dos objetivos organizacionais a serem atingidos com o modelo utilizado (AKTOUF; 2005). A presente pesquisa consistirá em uma revisão da literatura científica produzida no Brasil e nos Estados Unidos, sobre métodos de estudos e aplicações de políticas de inclusão social na realidade da governança corporativa contemporânea. Analisar-se-á o contexto social e organizacional, abordando os cinco processos históricos (Formação e desenvolvimento do capitalismo, o poder nas organizações, o processo de dispersão do capital de controle, a separação entre propriedade e gestão e os conflitos e os custos da diluição do controle), cruciais para se entender as razões de ser do despertar da governança corporativa (ROSSETTI et al; 2006). Também se analisara seus impactos práticos nas empresas, de forma a clarificar o leitor da forma como é estudado o assunto atualmente por meio da demonstração das correntes/ escolas de pensamento e grupos de estudos formados. Elaborar-se-á uma matriz de critérios lógicos e metodológicos quanto às abordagens de pesquisa existentes com vistas a fundamentar um conjunto de problemas de pesquisa a serem tratados em outros estudos posteriores, pertencentes ao Programa de Estudos e Pesquisas em Gestão da Diversidade e Governança Corporativa, devidamente registrado na base SIGMA da UFRJ. Identificar-se-á os desafios e as oportunidades encontrados no cenário atual das práticas de governança corporativa no Brasil. Serão abordadas as principais políticas, instrumentos e valores adotados pelas empresas ao impactarem sobre suas redes de relacionamento interno e externo, tais como: o modelo de gestão utilizado pelas empresas (autocrático ou participativo), a política de cargos e sistema de remuneração (se é baseado em competências), os critérios utilizados para a captação e seleção de talentos, entre outras políticas de Recursos Humanos. Por fim, a responsabilidade socioambiental das corporações, – de que forma é tratada e percebida -, será discutida à luz dos avanços da revisão científica empreendida.

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