PROGRAMA DE ESTUDOS E PESQUISAS EM
DESENVOLVIMENTO HUMANO, FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS TRANSFORMADORAS E GOVERNANÇA SOCIAL
Eponina, Ernesto Nazareth
Chevron esquerda

Homofobia na Universidade: um estudo sobre os efeitos da disciplina de Psicologia das Organizações do curso de Administração da UFRJ com relação à manifestação de crenças homofóbicas no corpo discente

,
📅 DATA DA PUBLICAÇÃO
🔖 PALAVRAS-CHAVE
📃 DIVULGADO EM

UFRJ,

🗺️ CIDADE
AUTORES:

📅 JICTAC 2010 – 📅 Queering Paradigms IV 2012

Resumo:

Para a formação de um administrador criativo, ético e capaz de responder aos desafios de um mundo global, plural e tão diverso como se revela na atualidade das sociedades de mercado, faz-se mister que os graduandos aprendam a lidar com a diversidade humana, tanto cultural quanto de orientação sexual e de gênero. O presente projeto tem como objetivo realizar uma pesquisa entre os alunos do curso de Administração na UFRJ, que estão inscritos na disciplina de Psicologia das Organizações, para investigar e mensurar o nível de crenças consideradas homofóbicas, partilhadas por esses estudantes, em suas atitudes e percepções. Sendo a universidade pública no Brasil o lugar onde se encontra a “elite” intelectual do país, espera-se que essas pessoas ajam de forma mais consciente e menos preconceituosa que o resto da população. Porem, vários estudos vem demonstrando que isso não se aplica no caso da homofobia (Marinho, et al. 2004; Guth, et al. 2002; Castillo, et al. 2003, entre outros), o que nos leva a pensar sobre o caminho que a nossa sociedade vem tomando. A questão é: Como as aulas de Psicologia das Organizações afetam as crenças homofóbicas dos alunos de Administração? Para isso, utilizar-se-á um questionário preenchido pelos alunos matriculados em 2010, origem de uma escala devidamente validada para a mensuração do referido atributo, tanto no inicio como no fim da disciplina, e, comparar-se-á tais resultados àqueles obtidos por um grupo de controle, ou seja, alunos em igual número que não cursaram a disciplina de Psicologia. Para essas medições são inicialmente escolhidas três escalas, a escala de homofobia manifesta e sutil desenvolvida por Castillo e cols. (2003), a escala de Crenças sobre a Homossexualidade desenvolvida por Cerqueira-Santos, Winter, Salles, Longo, Teodoro (2007) e as escalas desenvolvidas por Lacerda, Pereira e Camino (2002) que são: escala de Rejeição à Intimidade, Escala de Expressão Emocional e Escalas de Explicações da Homossexualidade. Os resultados obtidos possibilitarão sugestões didático-pedagógicas alinhadas com a formação democrática e ética dos administradores.

ANEXO:

Compartilhar


Inspiração:
Gurdjieff
Lembre-se de que você veio aqui, porque compreendeu a necessidade de lutar contra si mesmo. Agradeça, portanto, a quem lhe proporcione a ocasião para isso.
Alterar sua foto de perfil

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

  1. <strong>Negrito</strong>
  2. <em>Itálico</em>
  3. <blockquote>Citação</blockquote>
  4. 🙏
  5. 👏
  6. 🤩
  7. 😍
  8. 😘
  9. ❤️
  10. 😉
  11. 😊
  12. 😁
  13. 👍
  14. 🤔
  15. 😄
  16. 😎
  17. 🐘

 

Pesquisas recentes

Ver todas as pesquisas ›

Linhas de pesquisa

Temas de pesquisa e estrutura matricial

Desenvolvimento humano

Acessar pesquisas ›

🌈Com ênfase na diversidade sexual, os estudos analisam as relações de poder e preconceito presentes nas organizações, estimulando o combate à discriminação e à homofobia.

Observam-se quais os modelos adotados para a gestão da diversidade com base nas boas práticas de inclusão – sejam elas nacionais ou internacionais.

Busca-se compreender as vantagens competitivas existentes em um ambiente diverso, considerando também o bem estar de cada colaborador.

A conscientização e o enfrentamento acerca das manifestações homofóbicas nas organizações e demais ambientes de trabalho é crucial para a erradicação da homofobia em nossa sociedade.

“Tanto na esfera do conhecimento, quanto na da política, da sociedade e da própria vida humana, a diversidade deve ser percebida com entusiasmo, com paixão, compaixão e com o encantamento de quem redescobre o mundo. Assim é para mim, permanentemente. Em cada gesto.”

Rohm, em Por uma elegia à Diferença!

Liderança transformadora

Acessar pesquisas ›

🦅 Estes estudos visam compreender a existência e o surgimento de líderes, a análise e aprendizado das competências fundamentais da liderança. Formamos líderes para transformar a sociedade em prol da diversidade humana.

A liderança aqui não aparece como mero recurso para maior vantagem competitiva, mas como forma de se instaurar e de se gerir a transformação.

Transformação significando a ruptura com antigos padrões e a elevação do nível de consciência, tanto pessoal quanto organizacional.

“A única maneira de realizar algo importante é um desejo verdadeiro e pungente, uma vibração transformadora, um presságio de que a vida e a felicidade podem ser ainda mais e maiores…

…"a verdade pertence aos olhos que a vêem" assim como a sabedoria se origina da vivência autêntica de cada um, do olhar por dentro, da celebração da diferença, da entrega, do aprender com amor e coragem de mudar a si mesmo, para além dos limites, para poder merecer mudar o mundo.”

Rohm, em Sócrates e Rohm refletem.

Humanidades digitais e governança social

Acessar pesquisas ›

⚖️ O tema Humanidades Digitais contempla o uso das tecnologias e mídias digitais na geração e propagação de informações, além de meio de comunicação, junto à sociedade e pelas organizações. Em nosso programa, temos investigado e aprofundado nossas pesquisas e estudos nesta temática, observados o massivo uso das ferramentas tecnológicas e digitais, em todo o mundo mas especialmente no Brasil. Esta forma de proceder vem interferindo e orientando a apropriação do conteúdo produzido, afetando o comportamento social e subsidiando a tomada de decisão nas organizações, inclusive no contexto político, com o comprometimento dos sistemas políticos de representação vigentes.
Desenvolvemos lideranças capazes de enfrentar os desafios decorrentes da datificação da sociedade e do capitalismo de vigilância.

Quanto à Governança, os estudos buscam entender as relações pelas quais uma empresa é controlada e administrada, trabalhando para além do paradigma padrão de governança voltada para os shareholders (detentores de ações), mas também para os stakeholders (sociedade, clientes, fornecedores, funcionários e acionistas).

Desejamos estimular a implementação de práticas de gestão socioambientais sustentáveis e éticas nas organizações.

Existe uma preocupação com o resgate social da produção da riqueza que parece obstaculizado pela crise do Estado contemporâneo. A governança é  entendida como um campo de retomada social da produção e da distribuição das riquezas.

"A crise de referências e valores fundamentais da sociedade moderna, acompanhada pela crise de suas instituições tradicionais, desorganizam e desqualificam os então conhecidos e praticados vínculos sociais essenciais aos processos de identificação dos indivíduos, e, portanto, fragmentam suas identidades e abrem um vazio de sentido a ser pretensamente ocupado pela Organização contemporânea, com seu imaginário de excelência e sucesso, ensejando a discussão dos modos de subjetivação inaugurados por suas práticas discursivas."

Rohm, em ​A Produção de Subjetividades em Organizações Contemporâneas: Práticas Discursivas e Políticas da Empregabilidade.

Receba notícias