5ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano


Tema: Masculinidade no 3º milênio (ditadura do masculino)
Data: setembro/2020
Duração: 2 horas
Moderação: Anderson Penavilla e Heduardo Maia

Na oficina deste mês usamos como tema base para a discussão, o conceito da masculinidade. Segundo Anderson Penavilla, discutiu-se sobre o padrão da masculinidade e as consequências para aqueles que não se enquadram no padrão, a masculinidade associada à habilidade atlética, sucesso econômico e conquistas sexuais, a construção e a dominação da masculinidade.

Tratou-se também a violência como resposta masculina, o alicerce do feminicídio e impactos da tecnologia na concepção do ser violento.

Como o nosso objetivo nas oficinas é promover do desenvolvimento humano, discutimos essa temática enfatizando a importância da construção de lideranças transformadoras que rompam com essa masculinidade, o nosso papel neste padrão de masculinidade e sobre como é possível alinhar o nosso propósito com o conhecimento que adquirimos hoje? Qual é o papel do líder nesse mundo?

Agradecemos aos moderadores, por sua participação em nossa oficina!

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Inspiração para o comentário:
Lembre-se de que você veio aqui, porque compreendeu a necessidade de lutar contra si mesmo. Agradeça, portanto, a quem lhe proporcione a ocasião para isso.
Gurdjieff
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1 comentário em “5ª Oficina virtual de Desenvolvimento Humano”

  1. Este tema é muito urgente em nossa sociedade de cultura patriarcal. Infelizmente, os dados são alarmantes em nosso país em relação a violência de gênero. O machismo no Brasil é o mesmo que desqualifica as mulheres e as reduzem ao simples papel de progenitora, submissa ao homem. Quantas lideranças necessitamos para que esse quadro modifique no país! É dever do Estado promover o debate aberto, franco sobre gênero nas escolas. Muitos jovens reproduzem essa masculinidade tóxica porque veem a mulher como inferior. É preciso dar um basta nisso! Ter um espaço como este para refletir e transformar jovens para que lidam com a diferença de gêneros, bem como, suas orientações sexuais é fundamental, porque mulheres e homens devem ser tratados como iguais como prevê nossa Constituição e é lamentável o Brasil se configurar como um dos países que mais matam mulheres por esta construção de masculinidade excludente e perversa.

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