PROGRAMA DE ESTUDOS E PESQUISAS EM
DESENVOLVIMENTO HUMANO, FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS TRANSFORMADORAS E GOVERNANÇA SOCIAL
Eponina, Ernesto Nazareth
Chevron esquerda

Liderança e homossexualidade: porque os gays estão mais próximos da excelência?

, ,
📅 DATA DA PUBLICAÇÃO
🔖 PALAVRAS-CHAVE
📃 DIVULGADO EM

UFRJ,

🗺️ CIDADE
AUTORES:

📅 JICTAC 2011

Resumo:

Ao longo da história da humanidade, foram documentadas ações de lideranças de orientação homossexual que mudaram o curso das mais diversas esferas da expressão humana: arte, filosofia, ciência, estratégia militar, política e governo. (DUBERMAN et al. 1990) Estudos em psicologia mostram que gays – de ambos os sexos – já reconhecem sua singularidade, perante os grupos de convívio social, desde a infância. Uma vez que esse convívio é dado numa sociedade predominantemente heterocentrada, tem-se como resultado o desenvolvimento de uma série de “mecanismos de sobrevivência” por parte desses indivíduos – para que se possa lidar com uma realidade de opressão e preconceito. (SNYDER, 2006) Eles adaptam as realidades de seus ambientes como condição para permanecerem emocional e fisicamente seguros, e, desse modo, acabam por desenvolver, com destaque, certas competências essenciais para o exercício da liderança no mundo de negócios contemporâneo, considerados os desafios, complexidade, velocidade e a intensidade das mudanças e dos problemas que tais lideranças devem defrontar-se e buscar superar. Entre estas competências destacam-se: adaptabilidade, comunicação intuitiva e solução criativa de problemas. (SNYDER, 2006) A partir de uma revisão bibliográfica, e análise de estudo de caso gerado a partir de pesquisa estatística, com escala validada, realizada com 220 gestores de 18 organizações norte-americanas, o presente estudo tem por objetivo analisar quais são os aspectos determinantes para que os homens e mulheres assumidamente homossexuais, ocupando posições gerenciais em organizações, venham a apresentar maior desenvolvimento dessas competências quando comparados a outros grupos de orientação heterossexual; almeja-se também, nesta pesquisa, analisar os benefícios trazidos às organizações e aos próprios individuos de orientação homossexual, considerado seu desenvolvimento humano e de carreira, quando ocupam cargos gerenciais(RODRIGUEZ et al. 2004).

ANEXO:

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Inspiração:
Gurdjieff
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Observam-se quais os modelos adotados para a gestão da diversidade com base nas boas práticas de inclusão – sejam elas nacionais ou internacionais.

Busca-se compreender as vantagens competitivas existentes em um ambiente diverso, considerando também o bem estar de cada colaborador.

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Liderança transformadora

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Rohm, em ​A Produção de Subjetividades em Organizações Contemporâneas: Práticas Discursivas e Políticas da Empregabilidade.

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